Victor Frankenstein era um rapaz inteligente desde criança. Ele tinha
paixão por ciências naturais e estudava tudo sobre o assunto. Depois de
muitos anos de estudo, ele resolveu que queria fazer algo que fosse
memorável para a humanidade, algo nunca feito antes: construir um ser
humano sem utilizar esperma ou óvulos. Para muitos, isso era um sonho
impossível, mas não para Victor, ele tinha uma enorme ânsia e vontade
para com isso. Durante meses vasculhou cemitérios recolhendo órgãos
para realizar sua façanha.
Durante todo o seu projeto, ele
afastou-se completamente de sua vida social; família e amigos não
tiveram qualquer importância. Após aproximadamente dois anos de um
trabalho árduo, Victor finalmente conclui sua criatura, mas assim que
ela acorda, ele se assusta com o monstro que criou. Ela era tão
horrenda que o único impulso do criador foi ir para longe o mais rápido
possível.
Passado este episódio, a criatura começa a atormentar Victor fazendo aparições esporádicas em sua casa.
Certo
dia, ela (a criatura) resolve desaparecer e ir para a floresta, onde
não tinha dificuldades para encontrar comida e, no meio desta floresta,
encontrou uma casa com um celeiro ao lado. A criatura passou muito
tempo nesse celeiro observando a família que morava na casa. Com a
família, aprendeu a falar, ler, ter sentimentos e ser uma pessoa
íntegra. Não apenas um monstro.
Depois de muito tempo observando
essa família, a criatura decide falar com o senhor da casa, dizer que o
amava e que queria ter uma família para chamar de sua.
O velho se
assusta, mas não consegue vê-lo, pois era cego. Porém, ao chegarem em
casa, seus filhos vêem aquela cena estranha e acuam o monstro para fora
da casa devido à sua tamanha feiúra.
Sentindo-se rejeitado, até
mesmo por seu criador, a criatura vai embora do celeiro para começar a
matar os entes queridos de Victor, para que assim ele sinta a mesma dor
que ele sentia por não ter uma família. O primeiro a ser atacado pelo
monstro foi William, o irmão mais novo de Victor. Ao receber uma carta
de seu pai, Victor volta à sua terra natal, Genebra, para velar o irmão
falecido.
Enquanto passeava pelas montanhas ele encontrou sua
criatura, que estava completamente diferente desta vez: muito mais
articulada do que quando Victor a abandonou. Ela diz que pretende sair
da vida de Victor e de todos os seres humanos, mas com uma única
condição: que ele construa uma fêmea para ela.
Mesmo muito relutante Victor aceita a condição imposta pelo monstro.
Retornando à sua família, ele encontra Elizabeth, uma amiga de infância a qual sempre amou e a pede em casamento.
Logo após isso, ele volta com seu amigo Clerval para a Inglaterra e de
lá vai para uma ilha onde começa a construir a fêmea para sua criatura,
porém assim que começa seu novo projeto, ele resolve cancelá-lo com
medo de que assim ele crie uma geração de monstros que assombrem a
humanidade.
O monstro descobre o descumprimento do acordo e fica tão furioso que mata Clerval.
Victor
é incriminado pelo assassinato, mas consegue provar que não foi o autor
e assim volta para a sua família em Genebra e mesmo com medo de que o
monstro tente matar Elizabeth, eles se casam. No mesmo dia vão para a
lua de mel e na noite de núpcias, enquanto Victor sai para vigiar o
lugar, o monstro aparece e estrangula a esposa de seu criador.
Desolado,
Victor volta para casa e conta a notícia ao seu pai, que fica tão
chocado que adoece e morre. Sem mais nenhum parente, Victor resolve ir
à caça ao monstro. As pistas seguidas o levam ao Pólo Norte quando
encontra um navio que o resgata, pois ele se encontrava com uma
aparência muito doentia.
Victor, mesmo muito fraco, consegue contar
sua história ao Capitão do navio e logo depois morre. O Capitão se
surpreende ao encontrar a criatura dentro da cabine do navio chorando
pela morte de seu criador. Ela promete continuar seguindo ao Norte e de
lá não voltar mais, dando paz a todos os seres humanos.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Acentuação
O novo acordo Ortográfico determina que as palavras paroxítonas não tenham mais os seus ditongos abertos-ei e -oi acentuados.
''geleia'' ''colmeia'' e ''jiboia'', geleia,colmeia e jiboia perderam o acento agudo! Esses mesmos ditongos permanecem com os seus acentos gráficos nas palavras oxítonas e nos monossílabos tõnicos de som aberto, como anés e dói.
Quando, na 3ª pessoa do plural, o hiato-ee dos verbos crer,dar,ler,ver e seus derivados perde o acento.Exemplo: creem,leem,descreem e releem.Da mesma forma,i hiato -oo de substantivos e formas verbais também não recebe mais acento.Exemplo: enjoo,voo e abençoo.
Acento circunflexo em alguns casos, dois verbos que permanecem acentuados ,quando 3ª pessoa do plural? São eles:ter e vir. Os amigos de Pedro têm um grande desafio: vencer o campeonato de futebol da escola.
''geleia'' ''colmeia'' e ''jiboia'', geleia,colmeia e jiboia perderam o acento agudo! Esses mesmos ditongos permanecem com os seus acentos gráficos nas palavras oxítonas e nos monossílabos tõnicos de som aberto, como anés e dói.
Quando, na 3ª pessoa do plural, o hiato-ee dos verbos crer,dar,ler,ver e seus derivados perde o acento.Exemplo: creem,leem,descreem e releem.Da mesma forma,i hiato -oo de substantivos e formas verbais também não recebe mais acento.Exemplo: enjoo,voo e abençoo.
Acento circunflexo em alguns casos, dois verbos que permanecem acentuados ,quando 3ª pessoa do plural? São eles:ter e vir. Os amigos de Pedro têm um grande desafio: vencer o campeonato de futebol da escola.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Reforma Ortográfica
ão é de hoje que os integrantes da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) pensam em unificar
as ortografias do nosso idioma. Desde o início do século XX, busca-se
estabelecer um modelo de ortografia que possa ser usado como referência
nas publicações oficiais e no ensino. No quadro a seguir tem-se,
resumidamente, as principais tentativas de unificação ortográfica já
ocorridas entre os países lusófonos. No Brasil, note que já houve duas
reformas ortográficas: em 1943 e 1971. Assim, um brasileiro com mais de
65 anos está prestes a passar pela terceira reforma. Em Portugal, a
última reforma aconteceu em 1945.
Cronologia das Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Séc XVI até ao séc. XX -
Em Portugal e no Brasil a escrita praticada era de caráter etimológico
(procurava-se a raiz latina ou grega para escrever as palavras).
1907 - A Academia Brasileira de Letras começa a simplificar a escrita nas suas publicações.
1910
- Implantação da República em Portugal – foi nomeada uma Comissão para
estabelecer uma ortografia simplificada e uniforme, para ser usada nas
publicações oficiais e no ensino.
1911
- Primeira Reforma Ortográfica – tentativa de uniformizar e simplificar
a escrita de algumas formas gráficas, mas que não foi extensiva ao
Brasil.
1915 - A Academia Brasileira de Letras resolve harmonizar a ortografia com a portuguesa.
1919 - A Academia Brasileira de Letras revoga a sua resolução de 1915.
1924 - A Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começam a procurar uma grafia comum.
1929 - A Academia Brasileira de Letras lança um novo sistema gráfico.
1931 -
Foi aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o Brasil e Portugal,
que visava suprimir as diferenças, unificar e simplificar a língua
portuguesa, contudo não foi posto em prática.
1938 - Foram sanadas as dúvidas quanto à acentuação de palavras.
1943 - Foi redigido, na primeira Convenção ortográfica entre Brasil e Portugal, o Formulário Ortográfico de 1943.
1945
- O acordo ortográfico tornou-se lei em Portugal, mas no Brasil não foi
ratificado pelo Governo. Os brasileiros continuaram a regular-se pela
ortografia anterior, do Vocabulário de 1943.
1971 - Foram promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal.
1973 - Foram promulgadas alterações em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
1975
- A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras
elaboram novo projeto de acordo, que não foi aprovado oficialmente.
1986
- O presidente brasileiro José Sarney promoveu um encontro dos sete
países de língua portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau,
Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe - no Rio de Janeiro. Foi
apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua
Portuguesa.
1990
- A Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma
Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – as duas
academias elaboram a base do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O
documento entraria em vigor (de acordo com o 3º artigo do mesmo) no dia
1º de Janeiro de 1994, após depositados todos os instrumentos de
ratificação de todos os Estados junto do Governo português.
1996 - O último acordo foi apenas ratificado por Portugal, Brasil e Cabo Verde.
2004
- Os ministros da Educação da CPLP reuniram-se em Fortaleza (Brasil),
para propor a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, mesmo sem a
ratificação de todos os membros.
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Nova Reforma Ortográfica - Aspectos Positivos 
O
Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009, gera polêmica
entre gramáticos, escritores e professores de Língua Portuguesa.
Segundo o Ministério de Educação, a medida deve facilitar o processo de
intercâmbio cultural e científico entre os países que falam Português e
ampliar a divulgação do idioma e da literatura portuguesa. Dentre os aspectos positivos apontados pela nova reforma ortográfica, destacam-se ainda:
- redução dos custos de produção e adaptação de livros;
- facilitação na aprendizagem da língua pelos estrangeiros;
- simplificação de algumas regras ortográficas.
Nova Reforma Ortográfica - Aspectos Negativos 
- Todos que já possuem interiorizadas as normas gramaticais, terão de aprender as novas regras;
- Surgimento de dúvidas;
- Adaptação de documentos e publicações.
Período de Adaptação
Mesmo
entrando em vigor em janeiro de 2009, os falantes do idioma terão até
dezembro de 2012 para se adaptarem à nova escrita. Nesse período, as
duas normas ortográficas poderão ser usadas e aceitas como corretas nos
exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios
escritos. Em Portugal, cerca de 1,6% das palavras serão alteradas. No
Brasil, apenas 0,5%.
Atualização dos Livros Didáticos
De
acordo com o MEC, a partir de 2010 os alunos de 1º a 5º ano do Ensino
Fundamental receberão os livros dentro da nova norma - o que deve
ocorrer com as turmas de 6º a 9º ano e de Ensino Médio,
respectivamente, em 2011 e 2012.
Reforma na Escrita
Por fim, é importante destacar que a proposta do acordo é meramente ortográfica.
Assim, restringe-se à língua escrita, não afetando aspectos da língua
falada. Além disso, a reforma não eliminará todas as diferenças
ortográficas existentes entre o português brasileiro e o europeu.
Veja as mudanças trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009.
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