O novo acordo Ortográfico determina que as palavras paroxítonas não tenham mais os seus ditongos abertos-ei e -oi acentuados.
''geleia'' ''colmeia'' e ''jiboia'', geleia,colmeia e jiboia perderam o acento agudo! Esses mesmos ditongos permanecem com os seus acentos gráficos nas palavras oxítonas e nos monossílabos tõnicos de som aberto, como anés e dói.
Quando, na 3ª pessoa do plural, o hiato-ee dos verbos crer,dar,ler,ver e seus derivados perde o acento.Exemplo: creem,leem,descreem e releem.Da mesma forma,i hiato -oo de substantivos e formas verbais também não recebe mais acento.Exemplo: enjoo,voo e abençoo.
Acento circunflexo em alguns casos, dois verbos que permanecem acentuados ,quando 3ª pessoa do plural? São eles:ter e vir. Os amigos de Pedro têm um grande desafio: vencer o campeonato de futebol da escola.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Reforma Ortográfica
ão é de hoje que os integrantes da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) pensam em unificar
as ortografias do nosso idioma. Desde o início do século XX, busca-se
estabelecer um modelo de ortografia que possa ser usado como referência
nas publicações oficiais e no ensino. No quadro a seguir tem-se,
resumidamente, as principais tentativas de unificação ortográfica já
ocorridas entre os países lusófonos. No Brasil, note que já houve duas
reformas ortográficas: em 1943 e 1971. Assim, um brasileiro com mais de
65 anos está prestes a passar pela terceira reforma. Em Portugal, a
última reforma aconteceu em 1945.
Cronologia das Reformas Ortográficas na Língua Portuguesa
Séc XVI até ao séc. XX -
Em Portugal e no Brasil a escrita praticada era de caráter etimológico
(procurava-se a raiz latina ou grega para escrever as palavras).
1907 - A Academia Brasileira de Letras começa a simplificar a escrita nas suas publicações.
1910
- Implantação da República em Portugal – foi nomeada uma Comissão para
estabelecer uma ortografia simplificada e uniforme, para ser usada nas
publicações oficiais e no ensino.
1911
- Primeira Reforma Ortográfica – tentativa de uniformizar e simplificar
a escrita de algumas formas gráficas, mas que não foi extensiva ao
Brasil.
1915 - A Academia Brasileira de Letras resolve harmonizar a ortografia com a portuguesa.
1919 - A Academia Brasileira de Letras revoga a sua resolução de 1915.
1924 - A Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começam a procurar uma grafia comum.
1929 - A Academia Brasileira de Letras lança um novo sistema gráfico.
1931 -
Foi aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o Brasil e Portugal,
que visava suprimir as diferenças, unificar e simplificar a língua
portuguesa, contudo não foi posto em prática.
1938 - Foram sanadas as dúvidas quanto à acentuação de palavras.
1943 - Foi redigido, na primeira Convenção ortográfica entre Brasil e Portugal, o Formulário Ortográfico de 1943.
1945
- O acordo ortográfico tornou-se lei em Portugal, mas no Brasil não foi
ratificado pelo Governo. Os brasileiros continuaram a regular-se pela
ortografia anterior, do Vocabulário de 1943.
1971 - Foram promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal.
1973 - Foram promulgadas alterações em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.
1975
- A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras
elaboram novo projeto de acordo, que não foi aprovado oficialmente.
1986
- O presidente brasileiro José Sarney promoveu um encontro dos sete
países de língua portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau,
Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe - no Rio de Janeiro. Foi
apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua
Portuguesa.
1990
- A Academia das Ciências de Lisboa convocou novo encontro juntando uma
Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – as duas
academias elaboram a base do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O
documento entraria em vigor (de acordo com o 3º artigo do mesmo) no dia
1º de Janeiro de 1994, após depositados todos os instrumentos de
ratificação de todos os Estados junto do Governo português.
1996 - O último acordo foi apenas ratificado por Portugal, Brasil e Cabo Verde.
2004
- Os ministros da Educação da CPLP reuniram-se em Fortaleza (Brasil),
para propor a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, mesmo sem a
ratificação de todos os membros.
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Nova Reforma Ortográfica - Aspectos Positivos 
O
Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009, gera polêmica
entre gramáticos, escritores e professores de Língua Portuguesa.
Segundo o Ministério de Educação, a medida deve facilitar o processo de
intercâmbio cultural e científico entre os países que falam Português e
ampliar a divulgação do idioma e da literatura portuguesa. Dentre os aspectos positivos apontados pela nova reforma ortográfica, destacam-se ainda:
- redução dos custos de produção e adaptação de livros;
- facilitação na aprendizagem da língua pelos estrangeiros;
- simplificação de algumas regras ortográficas.
Nova Reforma Ortográfica - Aspectos Negativos 
- Todos que já possuem interiorizadas as normas gramaticais, terão de aprender as novas regras;
- Surgimento de dúvidas;
- Adaptação de documentos e publicações.
Período de Adaptação
Mesmo
entrando em vigor em janeiro de 2009, os falantes do idioma terão até
dezembro de 2012 para se adaptarem à nova escrita. Nesse período, as
duas normas ortográficas poderão ser usadas e aceitas como corretas nos
exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios
escritos. Em Portugal, cerca de 1,6% das palavras serão alteradas. No
Brasil, apenas 0,5%.
Atualização dos Livros Didáticos
De
acordo com o MEC, a partir de 2010 os alunos de 1º a 5º ano do Ensino
Fundamental receberão os livros dentro da nova norma - o que deve
ocorrer com as turmas de 6º a 9º ano e de Ensino Médio,
respectivamente, em 2011 e 2012.
Reforma na Escrita
Por fim, é importante destacar que a proposta do acordo é meramente ortográfica.
Assim, restringe-se à língua escrita, não afetando aspectos da língua
falada. Além disso, a reforma não eliminará todas as diferenças
ortográficas existentes entre o português brasileiro e o europeu.
Veja as mudanças trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Linguagem coloquial e culta
Linguagem Coloquial e Culta
Linguagem Coloquial e CultaO “CERTO” E O “ERRADO” NO USO DA LÍNGUA
“Ta na cara que eles não teve peito de encará os ladrão.”(1)
“Obviamente faltou-lhes coragem para enfrentar os ladrões”.(2)
Qual delas é gramaticalmente correta? Não há dúvidas que é a frase 2. Mas, se tanto a frase 2 quanto a frase 1 dizem a mesma coisa, se qualquer pessoa que seja falante do nosso idioma pode entende-las perfeitamente, por que então se considera correta a frase 2 e errada a frase 1?
Ou seja, que critérios são usados para determinar o que é certo e o que é errado dentro de um mesmo idioma?
De modo geral, os falantes são levados a aceitar como “correto” o modo de falar do segmento social que, em conseqüência de sua privilegiada situação econômica e cultural, tem maior prestigio dentro da sociedade. Assim, o modo de falar desse grupo social passa a servir de padrão, enquanto as demais variedades lingüísticas, faladas por grupos sociais menos prestigiados, passam a ser consideradas “erradas”.
É importante entender que, a principio, não existe uma forma melhor (“mais cera”) ou pior (“mais errada”) de se falar. Trata-se apenas de uma diferenciação que se dá baseada em critérios sociais e também em situação de uso efetivo da língua.
Uma das funções da escola é, através do ensino de língua portuguesa, oferecer a você condições de dominar a norma-padrão, a fim de que, nas circunstâncias sociais convenientes, seja falando, seja escrevendo, você possa utiliza-la adequadamente.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
comunicação
As comunicações são o centro gravitacional de
todas as atividades humanas. Literalmente nada acontece sem que haja prévia
comunicação.Comunicar bem não é só transmitir ou só receber
bem. COMUNICACÃO é troca de ENTENDIMENTO, e ninguém entende ninguém sem
considerar além das palavras, as emoções e a situação em que fazemos a
tentativa de tornar comuns conhecimentos, ideias, instruções ou qualquer
outra mensagem, seja ela verbal, escrita ou corporal.
As recompensas das boas comunicações são grandes,
mas difíceis são os meios de se obtê-las, para isto sempre esteja atento às
bases para a boa comunicação, para que ocorra comunicação entre duas pessoas
(transmissor/receptor) é vital que se observem as seguintes regras:
Um erro
comum é o de emitir instruções por escrito e acreditar que sua interpretação
será, assim, mais precisa e que não haverá possibilidade de problemas.
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As
recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de
se obtê-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação.
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